"Não teve pacto de sangue, não teve nenhum contrato assinado em cartório, não teve juramento com a mão direita estendida, mas tiveram aquelas palavras: eu-estou-contigo-sempre. E o sempre era o que ecoava naquela relação tão grande que ser chamada de amizade era pouco, era quase nada em comparação com a imensidão da compatibilidade, do carinho, do afeto e do amor. Elas não se lembravam das suas vidas antes da presença uma da outra e uma precisava da outra, era óbvio para quem quisesse ver. As mensagens na madrugada, os segredos durante a noite, as brincadeiras durante o dia e a compatibilidade. Teimo em repetir sobre essa compatibilidade porque era algo grandioso entre aquelas duas… Transmissões de pensamentos e semelhanças grandiosas eram dois dos pontos que as uniam naquele elo tão forte. O elo foi criado na primeira conversa, ninguém acreditaria se elas contassem, mas pouco importava: elas sabiam que a ligação havia sido criada pra nunca mais ser destruída, que a mão havia sido estendida para nunca mais ser negada, que o abraço havia sido dado mesmo na distância, que o medo de perder não existia porque era impossível se perderem. Foi um pacto quase silencioso, mas foi um pacto verdadeiro. E com garantias eternas."