Desde o começo era assim, tudo sem graça. Um poeta louco, excluído pela massa. A lua, o abajur e a calçada um aconchego. Rebelde sem causa, se prendia em um medo. Um plano agora é o que ele precisava. Chamado maluco enquanto planejava, garotas, carros, casas, ele não quis. Partiu pelo seu sonho agora era feliz. Mas voltou, buscou o seu amor. Então sorriu. Pro céu ele partiu. Saída perfeita pra tal realidade. Um gole e mereça a sua liberdade. É o doce veneno, o portal do submundo; Voe e desprenda desse projeto imundo. A alma está liberta do seu corpo. Trilhando um caminho completamente novo. Caiu na armadilha apodrece no formol. Foi enganado pelo brilho do sol.